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FC Porto 4×2 V.Guimarães-Dragão encerra primeira volta invicto(CRÓNICA)

Os azuis e brancos vencem os vimaranenses por 4-2 num jogo a contar para a 17ª jornada da Liga Nos.

FC Porto 4×2 V.Guimarães |Liga Nos| 17ªjornada

O FC Porto e Vitória de Guimarães defrontaram-se este domingo num jogo a contar para a 17ª jornada da I Liga, no Estádio do Dragão. A equipa de Sérgio Conceição vence os Vimaranenses, na reviravolta, por 4-2. Os golos foram apontados por Aboubakar, Brahimi e bis de Marega. Do lado do Vitória, Raphinha e Heldon.

Líder desde a primeira jornada, o FC Porto pretendia terminar a primeira volta no comando e manter os rivais a uma margem de segurança. Depois da vitória dos leões frente ao Marítimo por 5-0, vencer era imperativo.

Mesmo com as baixas por castigo de Felipe e Herrera, a que se juntou o lesionado Otávio, a equipa de Sérgio Conceição era claramente favorita nesta receção aos vimaranenses.

O FC Porto tentou desde cedo impor-se na partida. Foi preciso apenas trinta segundos para Marega assustar a defesa Vimaranense. O número onze dos azuis e brancos, isola-se e tenta ganhar o duelo com Douglas, mas o guarda-redes leva a melhor.

No entanto, após alguns minutos, a estratégia dos Vimaranenses mostrou-se clara. O Vitória apostava numa estratégia defensiva. Desde cedo tentou condicionar a circulação de bola do FC Porto, mantendo os azuis e brancos longe da área de Douglas. Mas, por outro lado, não conseguia aproximar-se da área de José Sá.

Aos 13 minutos, a equipa de Pedro Martins consegue aproximar-se da área portista, na sequência de uma falta de Marcano sobre Heldon. O Vitória ganhou direito a um livre lateral, mas a defesa azul e branca alivia e passa o perigo.

A equipa da casa continuava à procura de abrir o marcador. Por outro lado, tínhamos um Guimarães que também não desistia de tentar chegar ao golo.

Aos 20 minutos, Brahimi em excelente posição tentava a sua sorte. O argelino, no coração da área, recebeu um passe de Corona, mas o remate saiu fraco.

Dois minutos depois, surge o primeiro golo da partida e não foi para a equipa da casa.

Victor García cruzou para o coração da grande área, onde apareceu Raphinha a bater José Sá. O Vitória de Guimarães colocava-se em vantagem sobre a equipa azul e branca, decorridos apenas 22 minutos de jogo. Acontece algo inédito, pois os dragões nunca tinham estado em desvantagem em jogos do campeonato na presente época.

Aos 27 minutos, o FC Porto protestou na área Vimaranense. Brahimi, cruzou e a bola sobrou para Marega que disparou de primeira contra Jubal. Os portistas pediram corte com a mão, mas Soares Dias mandou seguir.

A equipa azul e branca tentava chegar ao golo, para igualar o marcador antes do descanso, mas a falta de execução falou mais alto. Decorridos 35 minutos de jogo, o FC Porto não se mostrava com o registo avassalador a que nos tem habituado nas exibições no dragão. A equipa de Sérgio Conceição mostrava-se visivelmente ansiosa e com várias falhas na execução de passes.

Depois de uma sequência de pontapés de canto a favor do Vitória, os azuis e brancos seguem caminho para a área vimaranense. Aos 44 minutos, Brahimi, em plena área do Vitória, cruza, no entanto, não havia ninguém para rematar e a bola saiu pela linha lateral.

Artur Soares Dias manda todos recolherem ao balneário. O Vitória encontrava-se na frente do marcador graças a um golo de Raphinha. Os portistas têm procurado o empate, mas esbarram na defesa minhota. Uma primeira parte marcada também por alguns protestos do FC Porto em relação a lances na área do V.Guimarães.

A equipa portista precisava de voltar para a segunda parte com mais intensidade para conseguir que o desfecho da partida fosse outro.

Uma segunda parte à moda do FC Porto

Recomeça a partida no dragão. Marega que foi o foco do lado dos portistas, entra na partida com sede de golo. O número onze numa recuperação de bola, remata à entrada da área, mas à figura de Douglas. Aos 50 minutos, novamente perigo na área do Vitória: Aboubakar cabeceou para uma grande defesa de Douglas.

O FC Porto entrou mais forte no arranque da segunda parte e chega à igualdade no marcador aos 57 minutos. Corona cruzou para Aboubakar e este remata de primeira para o fundo das redes de Douglas.

A equipa de Sérgio Conceição mantinha-se por cima na partida e aos 62 minutos, Brahimi coloca os azuis e brancos na frente do marcador. Alex Telles passou para Brahimi, que entrou na área, driblou Jubal e picou por cima de Douglas. Em apenas 5 minutos, os azuis e brancos marcam dois golos. Estava feita a reviravolta no dragão.

Aos 73 minutos, Hernani fura pela área e fica a pedir penalti num lance com Konan, mas Soares Dias dá ordem para cobrança de pontapé de baliza.

Aos 79 minutos, surge o terceiro para a equipa da casa. Depois de uma recuperação de Ricardo, Hernâni tirou as medidas e executou um cruzamento para Marega, que desviou para fundo das redes, sem dar hipótese ao guarda-redes vimaranense que nem se mexeu.

Marega, que na época passada esteve emprestado ao Vitória, praticamente não festejou o golo e levantou os braços em direção aos adeptos da formação de Guimarães.

Aos 83 minutos, surge o quarto golo para os dragões. Ricardo cruzou rasteiro e Marega desviou de Douglas e apontou o 4-1. Tal como há alguns minutos, não festejou.

Ao 88 minutos, Heldon reduz para o Vitória e faz o 4-2. O golo surge na sequência de um mau passe de Reyes junto a grande área portista. A bola chegou aos pés de Heldon, que investiu da esquerda para o centro e rematou colocado. José Sá ainda tocou na bola, mas só conseguiu desviá-la na direção do poste, e não conseguiu impedir o golo.

Os azuis e brancos ainda escorregaram na primeira parte da partida, chegando ao intervalo a perder. Mas, os portistas mostraram-se avassaladores no arranque da segunda parte e fizeram dois golos em apenas cinco minutos. E depois de por várias assustar a defesa vimaranense, Marega bisa na partida. O Vitória ainda reduz, aos 88 minutos.

Depois de mais uma vitória, o FC Porto mantêm-se líder isolado com mais dois pontos do que o clube de Alvalade e mais cinco do que o clube da Luz, e termina a primeira volta sem derrotas.

 

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